terça-feira, 26 de abril de 2011

Domingo Cultural V


     A quinta edição do Domingo Cultural ocorreu no dia 17 de abril tendo as artes circenses como atração central. Levando em conta o fluxo constante de crianças para participar desta atividade dominical mensal – e mesmo para usufruir de outras atividades lúdicas ofertadas no Serviço, como jogar futebol e frequentar a sala de convivências -, foi elaborada uma programação onde o público infantil fosse privilegiado.
     Desse modo, foram convidadas palhaças, acrobatas, contorcionistas e malabaristas para colorir a tarde e o resultado se traduziu em muitos sorrisos e aplausos. Contamos com três clowns do Duo de 3, que inclusive saíram a rua com alguns funcionários da Unidade chamando o público para participar do evento com muito humor. Também estiveram presentes alunos da Escola Picolino de Artes e Circo, mostrando um profissionalismo precoce nos seus malabarismos e acrobacias. Esta trupe foi acompanhada por uma banda que criou uma trilha sonora bastante empolgante. Também artistas da própria comunidade de São Caetano estiveram representados pelo Bahia Ginga que ofertou uma bela exibição de Maculelê - esta última performance mostrou que a agilidade dos integrantes do grupo é muito próxima da agilidade dos artistas do circo.
    Esse foi um momento em que o circo esteve onde o povo está, fazendo uma tarde de domingo ser inesquecível para alguns presentes que  conheciam as artes circenses apenas pela televisão. O Gey Espinheira agradece a participação e se compromete a continuar com sua missão de levar Saúde Mental onde o povo está.
 
Tom Valença












































Fotos: Tom Valença, Raoní Oliveira e Silverino Araújo

O CAPS Gey Espinheira na Feira de Saúde


   
        A Feira de Saúde ocorrida no dia 07/04/11 reuniu, na Praça da Piedade, uma mostra do que há de mais significativo em Saúde Mental no Município de Salvador. Nas apresentações de diferentes Unidades de Saúde (passando por campanhas de esclarecimento sobre higiene bucal e estratégias de combate a dengue), foram levantadas variadas informações sobre qualidade de vida contemplando os transeuntes que ali circulavam. Neste sentido, a participação do CAPS Gey Espinheira como integrante do Distrito Sanitário de São Caetano e Valéria contribuiu para elevar o nível de saúde mental dos presentes com uma boa dose de humor. Uma trupe de  funcionários da Instituição representou através do teatro de bonecos, a missão do Gey Espinheira, no que tange a seu atendimento prioritário a crianças e adolescentes usuários abusivos de substâncias psicoativas. Os aplausos calorosos indicaram que apesar do sol forte e da possível fome  (era meio-dia), o recado foi passado. 
Tom Valença






 Fotos: Tom Valença

terça-feira, 22 de março de 2011

Domingo Cultural IV


                                                                                                27/02/2011
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Antes mesmo do Rei Momo receber a chave da cidade, o carnaval já estava acontecendo no CAPS Gey Espinheira para um público que em outros circuitos seria chamado de pipoca. A Lavagem oficial do CAPS na antevéspera da folia momesca reuniu funcionárias caracterizadas como baianas,  capoeiristas do grupo Gaviões da Lua, um grupo de samba formado de improviso por um funcionário e alguns convidados  e muitas  crianças do território cheias de energia pra gastar. A lavagem seguiu o ritmo trilhado na pré-lavagem acontecida no último domingo de janeiro. Na escadaria da unidade, que foi lavada e perfumada, uma roda de samba muito animada na qual se revezaram baianas e capoeiristas misturando berimbau, violão,  pandeiro e muitas vozes vibrantes iniciaram a confraternização.
Dando seguimento ao festejo, o Gaviões da Lua – grupo sediado em São Caetano - fez uma roda de capoeira ampliada no jardim da instituição, roda que inclusive contou com a inusitada participação de uma de nossas baianas que tirou onda de capoeirista. A folia estava tão animada que  chegou a empolgar o segurança da empresa vizinha que subiu no muro para acompanhar a levada percussiva ao ritmo de palmas. A banda improvisada pelo menestrel Gil acompanhou a capoeira mantendo a animação dos presentes que não pararam de dançar.
No momento seguinte, a oficineira Francine Costa animou as crianças com jogos e brincadeiras que não deixaram a vibração cair. A varanda do serviço se transformou num parque de diversões onde duas dúzias de infantes coloriram a tarde com sua alegria canalizada para atividades lúdicas e integrativas.
No final do dia, a atividade se concentrou no auditório do Gey Espinheira onde aconteceu um baile de máscaras embalado pela plasticidade do swing baiano dos grupos Negro Gato e a Galera do Guetto, Cat Girls  e seus convidados.  Em uma hora de show, os dançarinos empolgaram a platéia com suas coreografias. Nessa perspectiva na qual não foi registrado nenhum consumo de álcool ou outras drogas, carnaval também é Saúde Mental!
Tom Valença 






































Fotos: Tom Valença